Por Que Falhamos? (Parte I)


O ano de 2019 está prestes a começar e nessa época do ano (dezembro) é relativamente comum pensarmos sobre o que aconteceu nos últimos meses e comparar com os planos definidos na mesma época do ano anterior.


Sucessos e falhas fazem parte da jornada de qualquer pessoa ou organização, por serem apenas um resultado de metas definidas que foram alcançadas em maior ou menor grau. Afinal de contas, não é possível considerar ter falhado ou ter sido bem-sucedido sem a reflexão do quanto alcançou-se determinada meta.


Apesar da abordagem conceitual de só ser possível atribuir o sucesso ou falha ao grau de obtenção de alguma meta ser algo extremamente simples e intuitivo, muitas organizações falham por não assimilarem esse conceito, deixando seu próprio sucesso atribuído majoritariamente a causas externas e avaliações qualitativas que apesar de fazerem parte da análise, não devem compor a maior parte do processo de avaliação do desempenho organizacional.


A percepção de sucesso é extremamente importante para qualquer tipo de organização, seja ela uma escola sem fins lucrativos, hospital, prefeitura, empresa privada ou até mesmo o governo federal. Analisar o resultado positivo dos esforços de várias pessoas em busca de um objetivo importante para a organização é e sempre será uma grande fonte de alegria e satisfação. Podemos até considerar que esse tipo de percepção de sucesso é uma das maiores fontes de motivação humana, pois pelo fato de nós, seres humanos, passarmos grande (se não a maior) parte do tempo trabalhando pelo sucesso de organizações, é fundamental que após determinado período da jornada (definido pela meta) saibamos se o esforço foi realizado:


· Em busca do objetivo correto.

· Seguindo um plano de qualidade.

· Executando tudo o que foi planejado.

· Porém, circunstâncias fora do controle foram determinantes.


Sintetizar em alto nível o que é preciso para alcançar sucesso progressivo dentro das organizações também é relativamente simples. Porém, sabemos que especialmente no Brasil, a maioria das organizações falham em alcançar os níveis de desempenho desejados e mantém essa situação até desaparecerem por completo ou enfim configurarem seu sistema de gestão para o sucesso evitando os seguintes motivos de insucesso:


· Não definir as metas certas.

· Não fazer bons planos de ação.

· Não executar completamente e a tempo os planos de ação.

· Circunstâncias fora do controle.


NÃO DEFINIR AS METAS CERTAS


Definir metas corretas pode ser considerado o ponto de partida de qualquer jornada de busca por sobrevivência, manutenção ou excelência organizacional. Relacionado a esse aspecto da trajetória para o sucesso sempre será importante lembrar da famosa frase que o gato destina a Alice na história de Alice no País das Maravilhas quando a personagem está perdida e pergunta-o qual é o melhor caminho a seguir apesar de não saber o destino “Se você não sabe onde quer chegar, então qualquer caminho serve”.

Quem luta diariamente pelo sucesso normalmente não fica satisfeito com qualquer resultado, oriundo de qualquer caminho adotado pela organização por simplesmente não ter definido onde é importante chegar!


Esse tipo de problema é resolvido com uma definição de metas correta, coesa a estratégia da organização ou aos problemas com resolução prioritária, sendo essa outra perspectiva da definição adequada das metas. A definição correta dos problemas, principalmente os problemas prioritários pode ser o primeiro passo para desdobrar metas. Caso a obtenção dessas metas não ocorra, a organização poderá ter um caos com nocividade aumentada exponencialmente.


Para definir metas primeiro é importante lembrarmos o que compõe uma meta, pois não basta definir um valor ou prazo qualquer. Uma meta sempre deve ser composta por um:


· Objetivo.

· Valor.

· Prazo.


Algumas linhas de conteúdo gerencial optam por determinar que a meta seja SMART. Ou seja:


· e S pecífica

· M ensurável

· A lcançável

· R elevante

· T empo definido


Ambas configurações de meta serão suficientes para estruturar uma definição correta. A primeira configuração apesar de parecer mais resumida, deve conter no objetivo as características de especificidade (S), e relevância (R) da meta SMART. O fato de não descrever o “como” na meta com objetivo, valor e prazo, descrito na parte “A” da meta SMART não gera muito impacto no sucesso do alcance dos valores esperados, pois não basta definir a meta, é preciso planejar e trabalhar para alcança-la evitando os próximos motivos de falha das organizações que abordaremos no próximo artigo.


Não perca!

0 visualização
Telefones
+55 (65) 9.9338-7000
+55 (65) 9.9207-3213
E-mail
Cuiabá

Rua Doutor Hélio Ribeiro, 525. 18º Andar,
sala 1805. 
Ed. Helbor Dual Business & Corporate 

Bairro Alvorada.

CEP 78.048-250

Cuiabá-MT

Newsletter

Assine nossa newsletter e receba por e-mail novidades e conteúdo exclusivo sobre gestão e aprimoramento organizacional.

  • YouTube
  • SoundCloud ícone social
  • Facebook ícone social
  • Instagram