Metas de sobrevivência


Não é pequena a quantidade de empresários que conhece ainda que de maneira incipiente, o que é necessário para um sistema de gestão organizacional gerar resultados. Porém, na maioria das vezes, esse conhecimento infelizmente limita-se a crenças de que a pura e simples adoção de ferramentas e técnicas manuais ou automáticas de monitoramento operacional e financeiro caracterizam um modelo próspero e isso está longe de ser verdade.


Se a visão em planilhas ou gráficos de BI fossem por si só capazes de mudar as empresas, bastava comprar um sistema, treinar alguém em excel, mostrar a origem das informações, monitorar os registros e tudo seria resolvido! Mas, não é preciso muito para compreendermos que não é tão simples assim....


Conforme falamos em conteúdos anteriores, a chave para o sucesso de qualquer organização está no conhecimento e liderança das pessoas, não nos sistemas, processos, ferramentas e técnicas, pois tudo que for adotado para otimizar a gestão precisa ter principalmente o propósito bem internalizado pelo principal ativo das empresas, as pessoas.


Não me refiro aqui a internalização de treinamentos sobre uso de ferramentas manuais, digitais ou automatizadas, mas à conscientização do quão melhor explorada será a capacidade intelectual das pessoas, se os processos de gestão forem conduzidos de modo a extrair de todos os planos necessários para mudar o cenário atual e garantir a sobrevivência das organizações.


Mudança de Cenário

Ao refletirmos sobre a composição “inferior” de um sistema de gestão, o qual contém processos de gestão da rotina responsáveis por garantir áreas, divisões, processos ou unidades organizacionais inteiras em movimento continuado de melhorias incrementais, verificamos que as iniciativas de definir frequentes mobilizações das equipes em unidades descentralizadas para interpretar dados, propor, executar e checar a eficácia dos planos de ação tem uma capacidade limitada de mudança de cenário e “rompimento” da situação atual das empresas.

Apesar de fundamental, o Gerenciamento da Rotina muitas vezes não é capaz de gerar grandes transformações, pois sua atuação não está muito focada na resolução de problemas interfuncionais, ou seja, que contém uma relação de causa e efeito com várias outras funções, áreas e processos da organização.


Por concepção, o gerenciamento da rotina existe para garantir que apenas uma, ou pequeno grupo de funções exerçam desempenho satisfatório melhorado progressivamente com pequenas otimizações periódicas.


As organizações por outro lado, ainda que compostas por poucas pessoas, certamente não possuem apenas uma função. As funções do processo comercial, de produção, marketing, financeiro, suprimentos e outras são apenas alguns exemplos básicos e as empresas conforme suas áreas de atuação, possuem diversas funções que são significativamente otimizadas pela gestão interfuncional.


Esse modelo de gestão consiste em fazer uma análise não mais vertical para uma determinada área ou horizontal limitada para uma pequena parte do processo, mas para o conjunto de fatores e sistemas que impactam no desempenho da organização como um todo e para esse tipo de gestão, atribuímos o nome de gestão por diretrizes, sendo o único modelo capaz de usar de maneira eficiente o conhecimento técnico e de método das pessoas para produzir resultados disruptivos!


Continuaremos abordando esse tema em conteúdos posteriores, não perca!

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